MINI GUIA: A coluna central contem os posts mais recentes. A primeira coluna lateral tem os links mais importantes aos leitores mais regulares. No fundo do blog, podem encontrar dicas variadas. Este blog e', portanto, um blog complementar ao blog principal.
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2008-05-17

Aquecimento Global (How it all Ends)

Qnd penso em aquecimento global e vejo os carroes que por aki andam com 1 pessoa so' la' dentro, lembro-me sempre disto:


Craig Craven
a primeira versao deste video era esta!

E depois chego a casa chateado pq ainda tenho tanto para fazer: comprar uma casa, meter energia eolica e solar ao pontape', instalar um sistema de filtragem e aproveitamento de aguas, enfim, caminhar para a auto suficiencia energetica. Vou ser apenas 1 dos pcos? Talvez. Vai demorar: se vai... mas vou poder dizer a possiveis descendentes que fui dos primeiros a querer faze-lo e que foram "eles" (os que nao fizeram tudo por tudo) que estragaram aquilo que agora e' deles (dos descendentes).

Afinal, a fazer merda ja' mta gente esperta sabe que estamos a fazer.

2008-04-27

Antes honesto que humilde!!

E por falar em religiao vs ciencia:
Como isto nao e' uma teoria minha, aqui fica simplesmente o link para uma perola da internet que me fez ficar mais satisfeito depois de a ler, por simplesmente ja' concordar com tudo antes de ler.

O que se segue e' o copy paste do link:
No debate de ontem várias pessoas sugeriram que a ciência deve ter a humildade de admitir que Deus é possível. Mas humildade é a «virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza»(1). Fica bem, mas nem é dever (é virtude) nem útil para a ciência. Por isso proponho deixar a humildade ao critério de cada um e invocar, em vez dela, o dever de ser honesto. Esse cabe a todos.

Ninguém honesto se considera infalível, na ciência ou fora dela, e admitir a possibilidade de erro exclui certezas definitivas. Há sempre questões em aberto. Mas apesar da resposta honesta ser provisória a dúvida não precisa paralisar-nos. Na prática, podemos suspender as questões até que se justifique o contrário. Temos a certeza que a casa não está a arder e estragava os nervos a qualquer um questioná-lo a todo o momento. Mas esta certeza é provisória e basta o cheiro a fumo para a desfazer.

A opinião honesta admite que as nossas crenças podem estar erradas, que o que parece às vezes não é e que todas as certezas são questionáveis. A opinião honesta não se baseia em premissas inabaláveis mas sim em perguntas pertinentes. Há quem critique a ciência por ser questionável, por não responder a tudo, por levantar dúvidas ou mudar de ideias mas isso não é defeito. É o preço da honestidade.

E a ciência justifica certezas provisórias acerca dos deuses. Não há Zeus no monte Olimpo nem um escaravelho gigante a rebolar o Sol pelo céu. Alguns dirão que isto é diferente do Deus católico porque podemos olhar para o monte Olimpo e para o Sol e ver que não estão lá estes deuses. Mas não é isso. Podemos não ver os outros deuses por erro nosso e se calhar até existem. Não temos uma certeza definitiva. O que justifica suspender a dúvida é a existência destes deuses levantar mais questões sem resposta que a hipótese contrária. Se estão lá porque é que não os vemos? O que é que estão a fazer? Para que servem a hipótese e o que é que explica? Se os rejeitarmos há menos perguntas em aberto.

O Deus transcendente sofre do mesmo problema. É como a possibilidade da casa estar a arder com um fogo invisível e inodoro. Não a rejeitamos por ter provas em contrário mas porque o fogo invisível deixa mais questões em aberto que a hipótese de não haver fogo nenhum. Neste momento passa-se o mesmo com Deus. Pode não ser humilde, mas é honesto da ciência rejeitar Deus por deixar em aberto mais questões que a sua inexistência. A hipótese de Deus não responde a nada que a sua negação não responda igualmente bem e levanta muitas questões acerca do que Ele é, do que faz, porque o faz, qual o seu propósito e assim por diante.

E pode ser humilde acreditar em Deus. Talvez venha daí a virtude que dá a cada um o sentimento da sua fraqueza. Mas o mais honesto é concluir que Ele não existe. A certeza é provisória, admito, mas também não vou gritar “Fogo!” sempre que faltar prova irrefutável do contrário.

2007-12-21

Os 4 Cavaleiros

Nota: Uma delícia de post para ser apreciado com tempo... (2 horas).
Da esquerda para a direita:
Christopher Hitchens, Daniel Dennett, Richard Dawkins e Sam Harris.


hora 1


hora 2

Com gente a falar assim tão bem, acrescento eu o q? ;)

2007-10-05

Lógica

Apareceu uma votação na secção lateral do blog sobre ser-se racional demais.
No entanto vai ser difícil falar sobre isso sem se mencionar lógica primeiro.

Porque é absolutamente necessário estarmos todos a falar do mesmo, é preciso notar a definição de lógica, aqui, por exemplo. Se lermos o pedaço inicial de texto, sobressai logo uma coisa:
Inferir, demonstrar, retórica, probabilidade, causalidade, filosofia, gramática, enfim... Como é que se consegue sequer viver, comunicar com alguém, sem tocar em algumas dessas coisas?
A lógica suporta toda a mecânica de pensar, de explicar qq coisa, de justificar, de aprender, de questionar, de provar, de criar. Aliás, a lógica é a base de toda a informática, é o pensar da máquina... veja-se o que um computador faz "à pala" da lógica! ;)

A Teoria do Dia é:
Quem domina a Lógica e quem a estuda em todas essas variantes, terá maior probabilidade de pensar mais e melhor do que alguém que não o faça. Essas pessoas estão numa posição de vantagem em muita coisa.

Obviamente que ser um guru da Lógica e ser ignorante não resolve muito. Saber pensar sobre informação falsa vai impedir grandes resultados. Se a lógica for boa e os factos falsos o permitirem, no máximo descobre-se que determinada coisa é impossível. Isso só por si é magnífico.

2007-10-02

Filosofia e Teologia

Filosofia e Teologia.
from Que Treta! by Ludwig Krippahl

Como disse que aceitava o convite [...] para uma discussão filosófica entre ateísmo e crença, queria esclarecer o que quero dizer com isto. Vou dar um exemplo de um dos meus filósofos preferidos, Bertrand Russell. Russell propôs que não é dever do céptico provar que algo não existe, mas sim de quem afirma a existência de uma coisa apresentar evidências que apoiem a afirmação. O exemplo que deu ficou famoso. É ridículo acreditar que existe um bule de loiça a orbitar o Sol entre a Terra e Marte apenas por não se poder provar que não está lá bule nenhum.

Este é um argumento filosófico. A questão da Trindade não é filosofia, é uma mera questão de facto acerca de um caso particular. Quantos deuses existem? Os católicos acreditam ser um que é três. Eu assumo uma posição por omissão favorecendo o zero que é mesmo zero. Mas esta questão é científica, no sentido original de conhecimento, se a abordarmos com curiosidade. Se questionarmos e procurarmos descobrir se Deus existe e quantos são. Ou então é uma questão de fé, se escolhermos um número e nos agarrarmos a ele. Seja como for, não é um problema filosófico.

O problema filosófico é mais profundo e abrangente. Neste caso, é determinar em que condições é legítimo afirmar que algo existe ou que tem uma certa propriedade. É este o problema que Russell discutiu, propondo que só é legítimo afirmá-lo se houver evidências para tal. Boécio simplesmente ignorou o problema, como era prática na escolástica medieval, e como é usual na fé e na teologia.

Se o Bernardo quer discutir filosoficamente temos que começar pela questão epistemológica da legitimidade destas afirmações. Seja acerca do que for, de Deus, de mim, ou do Super Homem, temos primeiro que acertar o critério para aceitar ou rejeitar uma afirmação. Não pode ser pela fé, pois ter fé é simplesmente aceitar a afirmação e é isso que queremos saber se é legítimo. Também não pode ser pela tradição ou pelo testemunho. O testemunho é a afirmação dada por outrem, e a tradição apenas a repetição dessa afirmação no passado. Nenhum destes é relevante para avaliar a afirmação.

2007-09-13

"Velho" conselho de sempre...

E pq nao falo de religiao ha alguns posts, aki vai mais um pontape' no bombo da festa: a religiao.
Estava a ler o Diario Ateista (que tem posts bons e posts maus...), qnd dei por mim a aprender mais uma bela resposta a dar ao "velho" conselho de sempre:

Velho» conselho.
from Diário Ateísta by Ricardo Silvestre

Num comentário ao meu post relativo às declarações de Ratzinger sobre a teoria da evolução, Bernardo Motta do blogue «Espectadores» (http://espectadores.blogspot.com/) aconselha-me a que «Leia, por favor, o que o São Tomás diz sobre a simplicidade de Deus» (para mais detalhes ver a secção de comentários do post acima referido).

Uma coisa que nunca me deixa de surpreender é este estilo de lógica. «Para saber mais sobre deus, por favor consulte um teólogo». À, sim? E porquê? E porque não perguntar a um taxista? Ou a um cozinheiro? Ou a um engraxador?
Quais são os factos indisputáveis, a ciência sólida, a metodologia concreta que São Tomas, ou Teresa de Avila, ou Blaise Pascal detêm para demonstrar deus (já para não falar quando se metem a falar de cosmologia, ou a biologia, ou de geologia)?
A leitura da Bíblia? Uma reflexão profunda? As vozes dentro da sua cabeça? Qual a diferença entre um teólogo e um calceteiro?

Por favor, que os teólogos apresentem as suas provas sobre deus para uma revisão técnica e imparcial, e depois então, presto atenção a este estilo de sugestão.

Ainda ha respostas muito nices a coisas muito fixes pela Internet fora... Que perola!
A teoria do dia: dizer "nao sei" nao faz mal a ninguem srs. Teologos. Os verdadeiros cientistas fazem-no todos os dias.

2007-07-30

As pessoas são como são.

Ou não!...
A minha mãe sempre me disse "as pessoas são como são" e eu sempre torci o olho a ditados ou frases populares que nada dizem. Ela sempre me disse isso qnd eu era pequeno e lhe queria arranjar um email, familiarizá-la com a informática coisa de que ela fugia sempre com a tal frase mágica do são como são.
Hoje tem MSN, Google Talk, Skype, Google Calendar, Gmail e Firefox, PC no quarto, microfone, webcam e banda larga. São como são. ;)

Existem aquilo que chamo de "estandartes" em todas as teorias que por aí andam.
  • Os fumadores têm o seu estandarte (têm vários, aki fica um): A vida é curta, posso morrer atropelado já amanhã. Outro magnífico peido cerebral que discutirei noutro post.
  • O comunismo: tudo igual para todos. Pano para mangas...
  • A religião: Só quem tem Fé é que está no caminho certo. Ou seja, a prova que Deus existe é no fundo a decisão que tomas qnd decides acreditar. Pq? Pq sim, nada mais.
etc...

Como tudo o que requer compreensão antes de aceitação, em muitos aspectos da vida aceitamos os estandartes da lógica da tanga mais vezes do que devíamos, se calhar pq não dedicámos tempo suficiente em reflexão...

As pessoas são com são é o estandarte do quê, afinal?
Bem, pode ser o estandarte de mais que uma coisa, mas uma das quais é estandarte de certeza é do WT. Muitos sentir-se-ão tentados a dizer que é o estandarte da tolerância, mas não é. Tolerância é outra coisa completamente diferente, tem condições, circunstâncias... Se fosse, tb os psicólogos diriam aos doentes: amigo, és como és, acabou o tempo.

As pessoas são como são é o que por vezes dizemos qnd nos recusamos inconscientemente a olhar de frente algum problema que nos incomoda. É o néctar do WT. Nenhum campeão olímpico mostra a medalha de ouro e diz: As pessoas são como são. Treta: Esforço, treino, disciplina, isso sim, é a medalha de ouro. O mesmo será ouvido dum doutor, dum médico, dum engenheiro...

As pessoas não são como são.
Nada na vida é assim tão simples.

Aliás, a própria frase é um loop, um andar às voltas, um ser amarelado por ser amarelo, um ser quente por não ser frio, um ser isto por não ser aquilo, no fundo, dizer algo e não explicar nada.
É como dizer que está um dia lindo se me perguntarem pelo tempo. Então e se quem pergunta adora chuva e estiver sol? Será que está lindo? Como está o tempo é dizer que nuvens há no céu, vento, e que temperatura está, etc...

A frase "as pessoas são como são" é usada para quem não quer ou não sabe dizer mais nada perante a necessidade de defender uma falta de acção qualquer.

Essa falta de acção pode ser a decisão correcta. Em lado nenhum estou a dizer que a falta de acção é má. Estou a generalizar: se um mafioso me chamar maricas por não querer ir roubar um banco com ele, eu vou optar por falta de acção e dizer que sou como sou. Digo pq não tenho (ou não quero ou não sei) de dizer mais.

Mas a realidade é que as pessoas não são como são:
Não caiam na tanga e não se deixem levar pela frase. Soa bem mas não diz nada. Apela ao conformismo de uma maneira enganadora e mais nada:
Eu qnd era pequeno usava fraldas, hoje não uso e um dia se calhar usarei outra vez.
Já fui religioso e hoje não sou. Já fui ignorante numas coisas que hoje não sou. E já me tornei ignorante outra vez em coisas que me esqueci.
Se isto prova alguma coisa, é que as pessoas não são o que são, evoluem e mudam conforme queiram e conforme consigam, e na melhor das hipóteses são aquilo que nós pensamos que são. Cabe a cada um de nós descobrir o quão próximo estamos de saber quem é quem e como, e qnd é o quê.

Evoluir implica mudança, e evoluir sempre foi bom.
As experiências mudam as nossas vidas a toda a hora, moldam as opiniões que temos do mundo que nos rodeia, seja ele grande ou pequeno. Só quem não experiencia algo novo e se refugia na rotina não sofre a inevitável mudança até que lhe caia na cabeça à força (usar computadores ou ler e escrever são bons exemplos disso: hoje temos de saber fazer ambos, e amanhã teremos de o fazer ainda mais e melhor e quem acha que não vai ter de alinhar, alinhará à força.).
Mudar (embora exigente) está ao alcance de quem queira.

O mundo hoje muda e evolui mais depressa que ontem: Será que é bom ser como se é ontem, hoje e amanhã para que se diga: as pessoas são como são!? Bolas, não!
Quem não quer mudar é como é?
É irrelevante mas talvez seja. Mas se souber que devia e não muda então é só calansisse ou azar.

O resto ou é conversa ou ignorância.
A minha mãe não sabia do que falava, hoje sabe. ;)

2007-07-26

Emocao, Salva Vidas e WT

No post anterior em que falei de WT (wishful thinking), negligenciei propositadamente a emocao (o post ficava mto grande). Previlegeei a logica, e hoje vou tentar explicar porque. Nao acho que a Emocao seja inutil, acho-a tao importante qnt a logica, mas cada coisa no seu lugar. Nestas coisas, e' muito dificil arranjar um preto no branco generico. Talvez exista um preto no branco para cada um de nos... Para os mais destemidos amantes da logica talvez. ;)

A minha teoria de hoje e' sobre a Emocao.
A emocao, segundo uma definicao bem geral, e' um impulso neuronal que move um organismo para a accao.
Por outras palavras, e' algo que sentimos dentro de nos e que nos leva a fazer ou a querer fazer determinada(s) coisa(s).
Qnd vemos um cachorrinho pequeno a dar as primeiras passadas, todos nos, mais ou menos sabemos reconhecer a emocao que nos leva a querer toca-lo e protege-lo. Nao direi que se trata duma emocao, mas direi que se trata de varias.

No post sobre WT, a logica foi a grande vencedora.
Se eu vir um leao pequenino recem nascido, tb tenho vontade de o tocar e proteger. O certo certo e' que se o pai leao ou a mae leoa la estiverem a olhar para mim, eu vou mandar as minhas emocoes darem uma volta e fico mas e' na minha. A mais simples das logicas juntas com algum Discovery Channel fazem a maravilha da sobrevivencia, que caso contrario daria resultados desastrosos, ja para nao dizer magnificamente estupidos.

Mas isto quer dizer que tudo no mundo deve ser vivido apos filtrar e avaliar logicamente toda e qualquer emocao?

Em principio sim, mas nao :) :
Eu acho que a emocao e' uma logica (simples, basica e incompleta) que esta' impressa em nos, humanos, e no nosso ADN como mecanismo de sobrevivencia que hoje em dia nao funciona (o mecanismo) da mesma maneira que precisava funcionar qnd essas emocoes foram impressas no nosso ADN.
Umas vezes atendemos demais 'a emocao, outras em falta. Qnd sentimos que algo nao esta' bem e nao sabemos bem pq, normalmente e' pq nao esta'. E' no descobrir que esta' o segredo.
A raiva (emocao) que sentimos por quem nos agride, a satisfacao (emocao) que sentimos por quem nos satisfaz, tudo sao maneiras de nos fazerem agir para nosso bem, e raramente para nosso mal.

E' a (ma') racionalizacao das emocoes e dos seus significados, e as suas falhas na logica do seu raciocinio que por vezes nos levam a acertar bem longe do alvo no que toca a decisoes, por vezes acertando mesmo no pe':
Ver alguem a ser-nos infiel e achar que a pessoa depois muda, mesmo que ja nem seja a primeira ou segunda vez que isso acontece, etc, tudo isso sao tiros ao lado. Tiros que acertariam bem no alvo se deixassemos a pura das logicas funcionar.

Bem, isso, e um esforco enorme gasto a combater o WT que esta' sempre metido ao barulho nas decisoes erradas tomadas por impulso.
As emocoes tem origens logicas. Essa e' a minha teoria, pois as consequencias emocionais de quem nao gosta de logica tb sao bem pesadas e notaveis na vida desse tipo de pessoas.

Como pessoa racional que gosto de pensar que sou, o meu conselho e': sejam racionais, mas nao metam a emocao de lado. Misturem tudo o melhor possivel, e aprendam a meter o WT no lixo. O resto vem naturalmente.

2007-07-25

Wishful Thinking

Wishful Thinking (WT), e' qnd damos por nos a racionalizar coisas de modo a tentar trazer a solucao ideal a determinado problema de encontro 'as nossas atitudes correntes em vez do contrario: mudar as nossas atitudes para ir de encontro 'a solucao ideal. Nao e' so' isto exclusivamente, mas e' sobre esta parte do WT que quero tentar fazer aki a minha teoria do dia.

Exemplo:
1. Fumar faz mal.
2. Eu fumo.
3. Eu faco mal (a mim proprio e a outros).

Perante isto, e' facil perceber que a proposicao 3, e' uma deducao logica (e por isso correcta) da proposicao 1 e 2. Quem estudou logica ou mesmo filosofia de Secundario deve ou deveria saber isto. Ainda assim, pessoas com um bom senso realmente bom, tb conseguem la' chegar.

Depois vem o WT no seu melhor:
4. Fumar de vez em qnd nao faz mal.
5. Eu so fumo qnd quero.
6. Quem esta' mal que se mude.
... e a lista do resultado do WT continua e em nunca na lista de um pensador adepto do WT aparece "vou deixar de fumar ja".

Aparece sempre:
"Um dia, deixo de fumar..."
"Na passagem de ano..."
"Qnd acabar o curso..." (pq estudar stressa mas trabalho e' canja)
etc etc... E amanha e' sempre um mau dia para deixar.

O verdadeiro fa de WT tem sempre sempre mas sempre uma razao (originada pela arte de WT) pronta a justificar a falta de accao.

Eu tb sofro de WT. Felizmente so quem nao sofre de WT nas areas onde eu sofro me relembra de vez em qnd que estou a meter a pata na poca. A esses amigos, um obrigado!
Mas isso nao me impede de vir aki declarar guerra ao WT. ;)

Mas donde e' que esta teoria nasceu?
Nasceu da minha necessidade de aproximar os amigos uns dos outros incentivando-os a usar ferramentas que facilitam a gestao de tempo (tempo esse que eles proprios se queixam de nao ter), para que sobre algum para as amizades.
Qnd tento, encontro sempre montes de WT a tentar racionalizar que nao ha "vontade" ou "tempo" para fazer algo concreto. Vale mais deixar como esta'. Um dia faz-se... Hoje nao ha' tempo. Tecla-se qnd der, a vida esta' dificil, casados e com filhos, e a lista aqui tb continua.

(0. Desperdicar e' mandar fora aquilo que ainda tem utilidade.)
1. Evitar desperdicio mantem-nos com mais daquilo que iamos desperdicar.
2. Gestao evita desperdicios.
3. Google Calendar gere tempo.
4. Eu tenho falta de tempo.
5. ?

A proposicao 1 e' verdadeira. A 2 tb e' verdadeira. A 3 e' verdadeira. E o resto? Ca' vai:
Se se aplicar a vcs a proposicao 4 e o objectivo for encontrar uma solucao 'a falta de tempo, qual sera' a 5 se nao se usar WT? ;)
NOTA: Fim da seccao de Posts. Para mais teorias, consultem a seccao dos Arquivos onde esta' o restante conteudo do blog organizado cronologicamente, ou, se preferirem, consulta as teorias por categoria na seccao das labels (labels estas, explicadas anteriormente na coluna principal do blog principal tsnacio.blogspot.com).